segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Solstício


Sacrifício do amor a flor do nome,
O nome trás em si imensa dor,
Tudo em mim é sim ou não, talvez.
Tudo vim vi, olhei , nada entendi...

Toda razão se desfas e refas a ira,
Entre liras sem noção aporta o disco,
De Salvador a São Francisco o colorido,
Desta casa até você nenhuma ponte,

Sei de mim que sem nós dois tudo é tão pouco,
Acordo surdo de manhã e adormeço mudo,
Se é tão belo o amor alguém me explique,
Porque não há explicação pra o sentimento,

Azaléias ou margaridas tanto faz,
Seu mistério não há beleza que inebrie,
Cada um que desafie seu destino,
O que é pra ser não tem remédio que lhe cure.

Sacrifício e amor isso tem nome,
E se há um nome talvez haja um lugar,
Onde tudo é hino e sombra fresca,
E a sensatez trasfigure a solidão.

Toda razão se desfas e refas a ira,
Entre liras sem noção aporta o disco,
De Salvador a São Francisco o colorido,
Desta casa até você nenhuma ponte,

Sei de mim que sem nós dois tudo é tão pouco,
Acordo surdo de manhã e adormeço mudo,
Se é tão belo amor alguém me explique,
Porque não há explicação pra o sentimento,

Azaléias ou margaridas tanto faz,
Seu mistério não há beleza que inebrie,
Cada um que desafie seu destino,
O que é pra ser não tem remédio que lhe cure.

Ivan Néris 08122008







3 comentários:

Tarcísio Hayashi disse...

Sei sei... isso dá samba (ou qualquer outra coisa).

É o que estou pensando?
Será?
rs

IvanNeris disse...

num sei bicho, me veio no trem indo pra Itaqua,se tu achar um samba entranhado na letra, poe o bicho pra fora uai!

IvanNeris disse...

E bicho diz a verdade, é Pepeu nessa tua foto aqui no perfil do blog né...