domingo, 27 de setembro de 2009

G.R.A.VE. no Jd. das Camélias




Após a derrota no festival de Itaquá para uma mistura de Ney Matogrosso com Mick Jagger tocaremos na Rua Mirassol do Oeste, esquina com a Laranja da China as 19:15 do dia 27/09/09

14 comentários:

Grasi. ela disse...

G-ZUIS!!! "Em todos esses anos nessa indústria vital essa é a primeira vez que" vejo o nome da banda G.R.A.VE. sendo escrita como deve ser: G.R.A.VE. e não G.R.A.V.E..
Acho que estou sendo contaminada por um certo alguém chamado Tarcísio Hayashi... kkk... a crítica ou maldade, como preferirem, em sua forma mais pura tem brotado das minhas entranhas como a fome nasce insaciavelmente na barriga de Nando Z,rs. Segurei a língua pra não dizer, mas pela segunda vez Hayashi além de ter me livrado da puia, esfrega na "cara" a comparação ao iluminado do festival de sexta-feira com Ney Matogrosso e afins. Quando vi o sacudir da "jaca", como já dizia a música ("sacudindo a jaca, se ligue nesse som, dance batendo na palma da mão"... lá ele), pensei: LASCOU-SE!... kkk...
Mas não posso deixar de parabenizar a apresentação fantástica de vocês (G.R.A.VE.) Meus caros, arrebentaram de norte a sul e fiquem na certeza de que assim como existem variadas formas de se aplaudir (não só o tradicional estalo feito pelo choque entre duas mãos) a vitória tembém tem seus segredos de como chegar, e sei que chegou pra vocês naquele festival. Não podemos nos limitar ao comum, porque de comum o mundo tá cheio.
Melhor eu parar de "bestage".

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

Ganhar ou perder faz parte do jogo. Nos Camélias foi legal e registrado. Eu particularmente não sou um dos grandes admiradores de Beto Santos - digo mais: não sou nem dos menores! - Mas creio que a música do G.R.A.V.E. é muito mais inédita e diferenciada. Festival é festival e tem seus esquemas. Sempre teve e sempre vai ter. O bom de tudo isto é que sempre tem novas histórias surgindo para nosso registro.
E no mais, fuga para o boteco é massa!

Tarcísio Hayashi disse...

Também acho a música do G.R.A.VE. mais inédita, mas eu curto o som do Beto... E festival é isso aí mesmo... não tem jeito, mas a gente segue na boa... No Camélias foi bem legal tb... apesar de o público não ter curtido... é isso aí. Quem quiser que vá...

IvanNeris disse...

Poxa pena que tava na macumba nas duas datas...

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

"Também acho a música do G.R.A.VE. mais inédita, mas eu curto o som do Beto..."

Admirável seria se você não gostasse, Hayashi. Ainda mais um híbrido de Jagger com Matogrosso - umas das coisas mais originais no palco nas últimas décadas, com certeza!

Pelo amor de Deus, pega esse peixe e vai comer lá em Moçambique! Não vem querer vender ele aqui não, que eu vou dar (lá ele!) uma de Jesus e derrubar sua barraca na bicuda!

O quê? É louco, o negócio? Então joga no hospício. Nem toda a loucura é arte, como pensam alguns. Aliás, loucura é loucura mesmo, seja aqui ou seja em Moçambique.

Tarcísio Hayashi disse...

Bicho, eu não to vendendo nada, só falei que gosto do som do cara... se vc tem problemas pessoais com ele resolva vc e ele, mas deixa eu curtir o som do cara....

E eu não acho o som do cara louco, aliás é bastante convencional, o que não significa que não tenha qualidade né? Nem no palco o cara é original. Ele não é o primeiro com a proposta, o que não faz com que a coisa toda seja ruim.

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

Não vem não, japonês! Toda vez que tu descobre algo novo quer (lá ele!) socar à força em mim! Tô cansado deste sol nascente (na areia) no meu lombo. Quer curtir, curta, mas não me introduza estas coisas! :) (sempre esqueço de por a merda da carinha pra não ser mal interpretado e bem intertrepado!)
LÁ ELE! NA AREIA! FACÕES!

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

E, diga-se de passagem: se o problema é meu, logo ele é pessoal!

Tarcísio Hayashi disse...

Tô cansado deste sol nascente (na areia) no meu lombo.


Tomando no lombo na praia Claudema?

Lá Ele!

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

Não seja besta, Hayashi: o primeiro foi pra te provocar; os demais eu apenas estou praticando a autopuia para um dia passar por cima de nando Z, que vive passando todo mundo pra trás!
Lá vocês!

Barbara Ramos disse...

Esses meninos viu, tem prazer em puiar!

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

rsrsrsrsrsrsrsrs...

IvanNeris disse...

O Beto defendeu Moçambique no festival ? entendi porque o G.R.a.Ve perdeu então, claro que é nada de novo nesse som, até porque unica novidade que veria na musica seria uma musica sem som,mas o trabalho é interessante,é baseado em uma pesquisa concreta,alem de ser envolvente como quase todos os trabalhos musicais do Beto Santos
Agora é claro que gosto será individual sempre graças a Deus,eu odiaria acordar que o trabalho do Zéze de Camargo toca a minha sensibilidade.

Claudemir "Dark'ney" Santos disse...

Neris, vc está mal informado e falando sobre o que não sabe, ou melhor, não ouve. Explico: há música sem música - não lembro o nome do músico, Hayashi pode descrever melhor o caso, mas - há um ícone da música contemporanea (john Cage?) que fez uma tal de "silêncio da música": sentou defronte ao piano e ficou olhando as teclas.
Esta música de Beto Santos reamente não tem nada de nova, aliás, parece que só tem ela, que roda de festival em festival atrás de um prêmio aqui ou ali. A música é empolgante? sim, ela é: cola no ouvido e faz bundas rebolarem. Aliás, remete mesmo aos naipes populares e diz muito pouco perto de "Fuga para o nordeste" que é uma letra mitológica e semioticamente muito rica em suas imagens.
A música do G.R.A.V.E. está muito além do senso comum também; é uma composição rica, que me remete à "Domingo no Parque", que Gil defendeu no Festivasl da Record de 1967, ficando em 2º lugar e perdendo para "Ponteio", de Edu Lobo e Capinan.
Se o G.R.A.V.E. perdeu (e ninguém realmente está muito preocupado com isto), não foi por causa de Beto Santos ou qualquer coisa desta ordem, e sim porque em todos os festivais há uma política de premiação. Eu, que escuto de tudo e tenho - modéstia longe de mim - um conhecimento musical um tanto que apurado - independente do meu gosto pessoal - digo taxativamente que a sonoridade do G.R.A.V.E. e suas letras são de alta qualidade e realizadas - quer queira o grupo, quer não queira - para ouvidos apurados, que possam desfrutar o som e dialogar com as palavras. Isto é um fato; nada tem a ver com gosto ou desgosto musical.
Parabéns a Beto Santos pelo prêmio: o respeito como artista e desejo todo o sucesso do mundo ao seu trabalho que é sincero e coerente com sua alma - se disse algo de ofensivo, foi para sacanear o Hayashi, que muito admira este artista.
O G.R.A.V.E. não necessita de comparações, consolos ou justificativas. Suas músicas estão além das necessidades do ego de seus componentes; as canções estão muito próximas à alma do mundo pra se preocupar com isto.